A evolução do Índice de Riqueza Inclusiva, nova medida de desenvolvimento sustentável lançada pela ONU, revela uma situação pouco esperada pelo senso comum: entre 20 países analisados, a China foi o que apresentou os melhores resultados.
O desenvolvimento sustentável foi medido pela ONU como o ritmo de crescimento médio do Índice de Riqueza Inclusiva. Na média dos anos entre 1990 e 2008, o índice da China foi de 2,1%. A Alemanha e a França aparecem em seguida, com 1,8% e 1,4%, respectivamente. Em quarto lugar está um país latinoamericano, o Chile, cujo índice cresceu em média 1,2% ao ano. Brasil, Índia, Japão e Reino Unido empatam em quinto lugar, com média de 0,9% ao ano.
Entre os 20 casos analisados no estudo, a Nigéria é o país que vai pior em termos de desenvolvimento sustentável, precedida pela Arábia Saudita. Outros quatro países – Colômbia, África do Sul, Rússia e Venezuela – também obtiveram médias negativas na evolução do Índice de Riqueza Inclusiva. Isso quer dizer que, na soma de seus capitais económico, social e ambiental, estes países estão andando para trás na escala do desenvolvimento.
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